O Centro de Liderança Pública (CLP) divulgou nesta quarta-feira a lista dos 418 municípios mais competitivos do Brasil. A região Sudeste é a que apresenta o maior nível de competitividade no País, com pelo menos nove municípios entre os 15 mais competitivos do Brasil. O Sul vem logo em seguida, com seis posições no ranking — incluindo o primeiro lugar, que ficou com Florianópolis, em Santa Catarina.
Em segundo lugar veio Vitória, capital do Espírito Santo, seguida por São Paulo. Em 4º lugar Porto Alegre e em 5º Curitiba.
Apucarana, em 119º lugar e Arapongas, em 168º estão na lista dos 418 municípios do Brasil e entre os 19 mais competitivos do Paraná. No Estado, a liderança é de Curitiba, que ocupa a 5ª posição em nível de Brasil. Em seguida vêm Maringá (7º), Londrina (39º), Paranavaí (40º), Francisco Beltrão (41º), Pinhais (45º), Cascavel (70º), Toledo (92º), Campo Largo (105º), Apucarana (119º), Umuarama (136º), Foz do Iguaçu (162º), Cianorte (164º), Arapongas (168º), Cambé (203º), Guarapuava (208º), Colombo (235º), Piraquara (241º) e Paranaguá (254º).
Os dados são do Ranking de Competitividade dos Municípios 2025, produzido e divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).
Para a lista de 2025 foram considerados 418 municípios brasileiros, com base nas cidades com população acima de 80 mil habitantes, de acordo com a estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esses municípios representam aproximadamente 60% da população do país.
De acordo com a organização, o levantamento tem o objetivo de alcançar um entendimento "mais profundo e abrangente" dos maiores municípios do Brasil. A ideia é incentivar a competição entre os municípios e servir como uma ferramenta de cobrança do poder público.
Para isso, o levantamento ainda considera 65 indicadores oficiais, organizados em 13 pilares temáticos, que são os seguintes:
· Inovação e dinamismo econômico (16,1%)
· Telecomunicações (8,5%)
· Capital humano (7,6%)
· Inserção econômica (5,9%)
· Saneamento (7,6%)
· Qualidade da saúde (6,4%)
· Acesso à educação (6,4%)
· Segurança (5,9%)
· Meio ambiente (5,9%)
· Acesso à saúde (5,1%)
· Qualidade da educação (5,1%)
· Sustentabilidade fiscal (10,2%)
· Funcionamento da máquina pública (9,3%).