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Polícia Civil encontra corpo de costureira desaparecida em Apucarana
Ossada foi localizada numa área de mata na Vila Reis
Por Edison Costa
Publicado em 05/02/2026 14:43
Policial

Uma equipe da Polícia Civil do Paraná localizou no início da tarde desta quinta-feira, em uma área de mata no Distrito da Vila Reis, em Apucarana, uma ossada humana que seria da costureira Cíntia Cristina Silveira da Costa (FOTO), 31 anos, que estava desaparecida desde o dia 25 de maio do ano passado.

Desde aquela época a polícia vinha realizando buscas em diferentes pontos de Apucarana na tentativa de localizar a mulher, porém sem sucesso. Em torno de 20 policiais civis foram envolvidos na operação, tendo à frente equipes da Delegacia da Mulher de Apucarana e da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana. De acordo com a polícia, o trabalho investigativo iniciado logo após o registro do desaparecimento descartou a hipótese de ausência voluntária, identificando elementos que apontavam para o crime de homicídio.

De acordo com informações já repassadas anteriormente pela Polícia Civil, um suspeito foi preso no estado de São Paulo e transferido para Apucarana. Durante os trabalhos investigativos, ele teria indicado o local onde o corpo estava escondido, em uma área de mata nos fundos de vale do loteamento da Vila Reis. No local, equipes da Polícia Científica e do Instituto Médico Legal (IML) realizaram a perícia e recolheram uma ossada humana, que passará por exames para confirmação oficial da identidade.

Em nota oficial divulgada na tarde desta quinta-feira, a corporação informou que outros detalhes sobre a dinâmica do assassinato e a motivação do crime estão sendo preservados para garantir o andamento do inquérito e em respeito à família da vítima. Novas informações serão repassadas pela delegada Luana Louzada Lopes, titular da Delegacia da Mulher e responsável pelo caso.

O corpo recolhido na Vila Reis foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) para identificação e exames complementares que devem apontar a causa da morte. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime e o grau de participação dos detidos e se o corpo pertence mesmo à costureira.

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