A Prefeitura de Arapongas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do Conselho Municipal de Saúde, promove, nesta quinta-feira (18), a XIV Conferência Municipal de Saúde. Os trabalhos de abertura contaram com a presença do prefeito Rafael Cita, servidores e secretários municipais, vereadores e demais membros da sociedade civil.
Nalva Moura, que representou Paulo Vital, diretor da 16ª Regional de Saúde de Apucarana, destacou que “discutir as questões, os problemas de saúde, de um município, de uma região, de um estado, é muito importante. E esse espaço aqui é muito potente, porque foi por meio de discussões como essas que hoje a gente tem o SUS. Foi um movimento bem importante, uma batalha muito grande. E a gente avançou muito, mas a gente tem muito ainda a avançar. Então, é por isso que a gente está aqui presente”, comentou.
O secretário municipal da Saúde, Carlos Eduardo Arruda, exaltou que “a Conferência Municipal de Saúde é um dos mais importantes instrumentos para a participação da população no Sistema Único de Saúde. É nesse espaço aqui, democrático, que governo, trabalhadores e usuários se unem para avaliar a realidade da saúde do município, discutir desafios e construir propostas que irão nortear as políticas públicas nos próximos anos”, relatou. “Cada proposta apresentada aqui terá grande importância para o fortalecimento do SUS e para a melhor a melhoria da qualidade da vida da nossa população. Como secretário municipal de Saúde, reafirmo o compromisso da nossa gestão com a transparência, a humanização do atendimento, a valorização dos profissionais de saúde e a busca permanente pela excelência nos serviços oferecidos aos munícipes”, pontuou.
O presidente do Conselho Municipal de Saúde de Arapongas, Eucir Antônio Zanatta, desejou “que a conferência possa fazer com que o município estabeleça um forma permanente de diálogo junto à comunidade, legitimando a participação de todos em um processo de construção e edificação das políticas de saúde”.
O prefeito destacou que a gestão municipal “tem investido bastante em Saúde, de 25 a 29% da receita do município, muito acima dos 15% determinados pelo piso constitucional. Mas o investimento em saúde, enquanto recurso financeiro tão somente, é inútil, se não for bem direcionado e bem gerido”, ressaltou Rafael Cita, que desejou a todos “uma boa conferência, que venham bons debates e boas ideias. E essa participação democrática do cidadão no gerenciamento no sistema de saúde do município não precisa só ficar por aqui. A porta da Prefeitura, da Secretaria Municipal de Saúde, é aberta para continuarmos discutindo e sempre evoluindo nesse aspecto”, finalizou.
O tema do encontro é "Saúde, Democracia, Soberania e Sistema Único de Saúde (SUS): Cuidar do povo é cuidar do Brasil", e os eixos centrais de discussão são: democracia, saúde como direito e soberania nacional; financiamento adequado e suficiente para o SUS; modelo de atenção e gestão do SUS, territórios integrados e cuidado integral; e valorização do trabalho em saúde e valorização da participação social. As atividades vão se estender até o fim do dia.